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André Gonçalves ri da fama de mulherengo: “não tenho como negar meu passado e não é demérito”

por Jovem Pan, . - Atualizado em

André Gonçalves participa do Pânico; veja fotos

Ator disse não se preocupar com as fofocas que o cercam

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

Ator disse não se preocupar com as fofocas que o cercam

André Gonçalves no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

André Gonçalves no Pânico

André Gonçalves no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

André Gonçalves no Pânico

André Gonçalves no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

André Gonçalves no Pânico

André Gonçalves no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

André Gonçalves no Pânico

André Gonçalves no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

André Gonçalves no Pânico

André Gonçalves no Pânico

Fonte: Johnny Drum/ Jovem Pan

André Gonçalves no Pânico

Ator disse não se preocupar com as fofocas que o cercam
André Gonçalves no Pânico
André Gonçalves no Pânico
André Gonçalves no Pânico
André Gonçalves no Pânico
André Gonçalves no Pânico
André Gonçalves no Pânico

Ator há quase 30 anos, André Gonçalves reconhece a fama de “mulherengo” que o persegue. Em entrevista ao Pânico na Rádio nesta quinta-feira (8), ele contou que já se acostumou com isso e aprendeu a não ligar para as fofocas.

“Eu não tenho problema nenhum. A fofoca rola e eu dou risada. Não tenho como negar o meu passado, quem namorei ou não, e isso não é um demérito”, falou.

O ator ainda comentou sobre o "charme" que parece encantar as fãs e brincou ao dizer que “só vem tirar foto porque lembram de mim em ‘Vamp’ nos anos 90”. “Se eu tivesse usado [meu charme] na vida eu estava rico”, se divertiu.

Ao lembrar das mais de 30 novelas das quais já participou, André apontou a “injustiça” com seus personagens favoritos: “os que eu mais gosto morreram ou se ferraram”.

“Com ‘Fera Ferida’ eu fico chateado. Quando fiz a novela eu era garoto, interpretava o filho do coveiro e achava que estava arrebentando. Até um assistente de direção disse que eu estava arrebentando e três dias depois eu morri queimado. Acho a maior injustiça do mundo”, lamentou.

Na bancada, o ator ainda lembrou de outro momento marcante da vida: o tumulto que causou em um voo para Nova York em 2001, aos 26 anos. “Eu tinha pavor de voar. Na época eu era muito novo e não tinha limites”, lembrou.

Gonçalves contou que o “fatídico” dia começou com uma bebedeira de 8h antes do voo sair e ao entrar na aeronave, ele encontrou Pelé e insistiu em pedir um tratamento dentário ao jogador.

“Fui na cadeira do Pelé umas quatro vezes e na quinta vez foram me chamar. Aí deu uma cagada federal. Hoje eu rio disso, mas foi trágico, eu desci amarrado e fiquei internado em um hospital, tomei sete injeções”, lembrou.

“Dei uma entrevista para o ‘Fantástico’, foi grave. Saiu até no ‘Jornal Nacional’. Eles perderam esse tempo”, suavizou.

 

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